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Minhas experiências

Roteiro viagem final de semana em São Paulo

Pois é amigos, como boa paulistana que sou, não poderia deixar de abrir minha editoria de VIAGENS aqui no blog com um roteiro de São Paulo, não é mesmo? Afinal, é minha cidade natal, mora no meu coração e tem muita vida cultural e várias atividades para fazer que nem mesmo eu conheço, assim como delícias gastronômicas que vou descobrir e dividir aqui com vocês sempre que for pra lá. Sabemos que não há um lugar no Brasil mais cosmopolita e rico em gastronomia e vida noturna como Sampa, temos que concordar. E como estou sempre lá para ver a família, vou aproveitar essas andanças para viver como turista também.

Esse roteiro é uma ideia para um final de semana em São Paulo (2 a 3 dias), fiz com minha amiga Nairoquinha e achei o máximo! Vamos lá.

DAY 1

Começamos pelo centro de SP, mais precisamente a Rua 25 de Março e Ladeira Porto Geral, pois iríamos almoçar no Mercadão e a tarde fazer um tour pelo bairro da Liberdade (Há mais de 10 anos não andava por lá, pasmem). Na 25 de março o ideal é ir com tempo e com quem conhece, ou já nas lojas específicas com endereço na mão, pois é aquele furdúncio e tem que tomar cuidado com os batedores de carteira (se bem que achei mais seguro do que o centro do Rio, fazia tempo que não andava por lá também). Eu só me arrisco a ir durante a semana, fim de semana fica muito cheio e tem lojas que costumam fechar mais cedo, porém a maioria aceita compras no varejo. É perfeito para fazer comprinhas de bijoux e acessórios femininos que eu adoro, por preços ótimos, além de utensílios para a casa, festas, artigos de decoração, brinquedos e mil e uma coisas. Basicamente fico só pela Ladeira Porto Geral que tem galerias e lojas de bijoux maravilhosas. Algumas também ficam na Rua 25 de março descendo a ladeira à esquerda. Para chegar lá prefiro ir de metrô, que é muito rápido e fácil. Basta descer na estação da Linha Azul São Bento e seguir as placas indicando Ladeira Porto Geral.

Foto: canal Me Conta Tudo Amiga

Prepare-se para os gritos de ambulantes vendendo de tudo, e também vá com algum dinheiro em espécie, pode ser que alguma loja não aceite cartão, se bem que hoje está tudo muito mais prático por lá, praticamente todas aceitam débito e crédito. Ufa! Sou da época que ia lá e a maioria só aceitava dinheiro, ainda tinha que comprar em quantidade para chegar no valor mínimo do atacado. Quase todas as lojas vendem no varejo e atacado com preços diferentes, vale checar e até ir com mais pessoas para aumentar o poder de barganha. Como tem muito lojista de fora de SP que compra lá para revender, é muito comum essa prática. Como disse, eu me concentro nas lojas da ladeira e algumas da Rua 25 de Março, então não tenho uma para indicar, pois mudou muito desde a minha época que morava lá e gosto de analisar bem o material de cada peça, pois sei de longe se vai compensar ou não. Tem muitas lojas com produtos de qualidade, que duram anos, tenho peças de mais de 8 anos que estão intactas! É ter bom senso e olho clínico mesmo.

Foto: blog Normandie Design

Próxima parada é o Mercadão Municipal de SP, um oásis de frutas, legumes, temperos, doces e especiarias. Eles vão fazer você experimentar de tudo, cuidado porque senão vai chegar na hora de comer o famoso sanduíche de mortadela sem fome! Rs… enquanto andávamos por lá apreciando as lindas barracas, encontramos um vendedor super engraçado que quando soltei um “na volta passo aqui”, logo me levou para mostrar a placa do amigo… chorei de rir! Ô povo criativo o paulistano, viu.

Lá fomos nós comer o famoso sanduíche de mortadela e o pastel de bacalhau, né meu! Tanto os boxes especializados no pastel de bacalhau quanto as padarias e alguns empórios lá de dentro fazem o sanduíche. Divida com alguém se não estiver com fome, é muita mortadela (de 200g a 300g) e se escolher as opções com queijo, bacon, tomate seco, etc., fica ainda mais enjoativo. Os melhores lugares para comer são o Bar do Mané (um dos mais antigos) e o Hocca Bar, mas as filas são gigantescas, de fim de semana chega a ter espera de uma hora para mais, então programe-se. Os preços variam de R$ 16 a R$ 22. O pastel de bacalhau é uma delícia, tem ainda o bolinho de bacalhau, mas esse é bem grande. Dá para se aventurar nos dois e dividir com alguém.

Uma vez no Mercadão, visite os boxes:

  • De queijos: no Empório Luso Brasileiro, há vários por lá, mas nesse lugar são encontrados os mais finos.
  • De amendoins: muita variedade – torrados, envolvidos em massa salgada ou caramelizados, além de outros petiscos que estão quase sempre juntos, como a ervilha com wasabi e pistache iraniano.
  • De pitaias: colombianas e vermelha (Fruta do Dragão). Coisas que você só acha com facilidade no mercadão. São caras, mas valem a pena.
  • De presuntos crus e alimentos defumados: muitas opções e bonito de ver, para quem aprecia, vai enlouquecer. Os lombos suínos da Galeria do Bacalhau são uma boa pedida.
  • De vinhos: com um espaço dedicado exclusivamente aos vinhos, o Empório Luso Brasileiro conta com rótulos para todos os gostos.
  • De frutas cristalizadas e desidratadas: a Galeria do Bacalhau oferece abacaxi, bananas, figos e laranjas cristalizadas. Também tem as laranjas, tangerinas e cerejas desidratadas, deliciosas!

Por fim, tome um café com frutas desidratadas no Empório Chiappetta: ao invés de um biscoitinho, vem um pedacinho de damasco servido com café, ou ainda um Sorvete Chiappetta – sorvete de iogurte com cobertura de pistache, chocolate e frutas desidratadas.

Seguimos para o bairro da Liberdade, que loucura de coisas para fazer ali. Praticamente não visitava o lugar há uns dez anos… um passeio muito gostoso, para passar uma tarde inteira mesmo, pra mais até! Do mercadão até lá seguimos de uber, mas se quiser caminhar, basta pegar o metrô e descer na estação Liberdade, é mais rápido. Logo na Praça da Liberdade já avistei uma cafeteria que me deixou enlouquecida (sim, eu amo cafés, padarias e delicatessens, moraria dentro deles), me lembrou muito as de Londres. Achei incrível, mas falarei dela mais adiante porque seguimos o roteiro abaixo, de acordo com a numeração da rua, já que ela é grande e o ideal é seguir um fluxo para otimizar o passeio:

Livraria do Sol (Mangá) – 1 min do metrô Liberdade
Praça da Liberdade, 153 – Sé – para os amantes de mangá e tudo de assuntos orientais. Foi fundada em 1947, vende revistas, livros, mangás e afins.

Ikesaki Liberdade (metrô liberdade ou 15 min a pé – 1,2km)
Av. da Liberdade, 146 – Liberdade – prepare-se para ficar horas ali mulherada! É preciso ver tudo com calma, comparar preços e conhecer as marcas, porque as vendedoras vão querer te empurrar tudo. Alguns produtos são realmente bons, mas eu gosto de ir nos que já conheço. E atenção porque os preços de lá costumavam ser melhores, hoje achei caro. Porém, tem todos os produtos com uma ala só para cabeleireiros e em frascos grandes, assim compensa o preço. Vale passar lá e se aventurar!

Sogo Plaza Shopping (em frente a Ikesaki)
R. Galvão Bueno, 40 – Liberdade – parece que é só um corredor estreito com lojinhas de bugigangas de todos os tipos, japoneses, eletrônicos, perfumaria e afins. Mas chegando ao fundo da galeria, tem a saída para a rua de trás e uma escada rolante. E depois mais outras duas escadas. Aos poucos vai se descortinando um edifício de quatro andares com os melhores preços de qualquer coisa que você esteja procurando. A grande dica é começar a olhar as lojas do último andar, que são mais baratas, e ir descendo.

Japan Society (Blusas)
Térreo, Loja 28, R. Galvão Bueno, 40 – Liberdade – vende camisetas com estampas que lembram o Japão, com motivos e ideogramas, além de acessórios e bonecas japonesas. Não curto, mas tem muitos turistas que gostam, tanto que eles cresceram muito e tem filiais até em Curitiba.

Hime-Ya (loja)
R. Galvão Bueno, 54 – Liberdade –  se você gosta de utensílios para cozinha e decoração estilo oriental, vai amar! Os preços são ótimos.

Daibutsudo (oratórios e acessórios)
R. Galvão Bueno, 331 – Liberdade – coloquei aqui porque estava na nossa programação, mas não conseguimos pegar ela aberta, então atenção ao horário e prioridade se quiser comprar budas e itens relacionados às religiões e cultura orientais.

Restaurante ASKA (o tradicionalíssimo lámen japonês)
R. Galvão Bueno, 466 – Liberdade – esse restaurante foi uma dica de chef, então tínhamos que conferir. Serve exclusivamente Lámen, tipo uma sopa de macarrão que não tem nada de parecido com o miojo comercial que conhecemos. É cheio de regras, abre às 18h, só aceita dinheiro, tem fila (chegue cedo e com fome porque é pequeno e lota) e é tudo bem metódico, milimetricamente calculado, bem oriental. Não me importo com nada disso, gosto mesmo é de conhecer coisas novas e realmente não me arrependi.


Eu juro que quando vi a carinha do prato, não dei muita coisa, nunca tinha experimentado lámen e estava curiosíssima. Me surpreendi, que sabor… dá água na boca só de lembrar! Com pedaços de carne e o caldo da sua preferência, é leve e saboroso demais. E as guiozas? Peçam, peçam e peçam! Barato e maravilhoso (R$ 20,00 por pessoa, vai sair feliz de lá), a gastronomia de São Paulo é realmente fantástica.

89º Coffee Station
Praça da Liberdade, 169 – Liberdade – essa é a cafeteria que falei aqui antes, que me lembrou muito as de Londres, abriu no final de 2017. Olha só as fotos que vocês vão me entender. Deixamos para ir na volta, em busca da sobremesa, já que fica ao lado do metrô. No próprio nome já está o segredo para a temperatura ideal da água para preparar um bom café. A casa tem uma variedade excelente de doces nipônicos, que me deixou vidrada, são lindos e deliciosos. Entre as bebidas, destaque para o Japanese Drip Coffee (R$ 7,50). Feito no Hario V60 coador japonês, o café é preparado com técnicas japonesas desde a torra até o filtro, passando pela moagem. Tem sanduíches, pratos prontos para comprar e levar, sushis, sashimis e por aí vai. Bem estilo europeu que precisa comer rápido. Eu amei, vai virar passagem obrigatória quando eu estiver lá.

DAY 2

Começamos na Avenida Paulista e terminamos no bairro da Vila Madalena. Logo de cara, levei os amigos numa padoca (paulista isso, hein?) bem conhecida dos paulistanos e que eu amo de paixão, a Bella Paulista. Fica na Rua Haddock Lobo, 354. Serve refeições todos os dias, sorvetes e sanduíches maravilhosos e ainda um belo café da manhã estilo buffet. O ambiente é bem descontraído e vive lotada. Se destaca porque fica aberta 24h, então para um pré-night, pós trabalho ou pós balada, almoço executivo, café da manhã de sábado e o que quiser, é perfeita. Foi ótimo pra começar o dia.

Passeamos pela Av. Paulista num dia lindo, estava com saudades, é o lugar mais turístico e que mais gosto na minha cidade, tem muitos bares, restaurantes, espaços culturais e parques para explorar (2 km precisamente). Aos domingos têm feira de antiguidades no vão livre do MASP e ela fica aberta para pedestres (das 7h às 18h), a dica é explorá-la a pé ou de bike, são 3 estações de metrô para chegar lá (Brigadeiro, Trianon/Masp e Consolação) e vai depender do ponto que quer visitar. Ela começa na Av. Bernardino de Campos (é a continuação dela, na verdade) e termina na Rua Minas Gerais. Evite ir de carro, além do trânsito, os estacionamentos são cheios e caros.

Andamos despretensiosamente por lá, paramos na Reserva Cultural, que fica no famoso edifício da Gazeta, onde há um cinema com programação não comercial, sempre com boas opções de títulos brasileiros e europeus. Tem ainda uma pequena livraria, cafeteria e restaurante (caros, só uma observação). Depois fomos até o Shopping Cidade São Paulo, o mais recente de lá, eu não conhecia e tem uma boa variedade de lojas. Como ainda iríamos para a Vila Madalena, que era o foco do dia, paramos por aqui, mas há inúmeros lugares para visitar na Paulista e vou tirar um dia inteiro só pra isso, porque são imperdíveis, como a Livraria Cultura, a Japan House, Itaú Cultural, o Parque Trianon, visitar uma exposição no MASP, explorar o Conjunto Nacional e por aí vai…

De metrô, rumamos para a Vila Madalena para encontrar outros amigos, conhecer o Beco do Batman e explorar as lindas ruas do bairro, cheias de grafittis deslumbrantes. Para chegar na Vila Madalena, o mais próximo do ponto do Beco, que fica na Rua Gonçalo Afonso e Rua Medeiros de Albuquerque, desça na estação Sumaré ou Fradique Coutinho. Não é perto, é uma caminhada de 15 a 20 minutos, mas se for com tempo e quiser conhecer o bairro a pé é a melhor opção (eu adoro andar e amo o bairro, então fomos a pé mesmo para curtir o caminho), mas senão quiser andar, basta pegar um uber. Se puder, evite ir aos sábados, domingos e feriados porque lota, como qualquer ponto turístico… como era um sábado, pegamos filinhas básicas para tirar as fotos, mas nada muito ruim. Já estou acostumada com o Rio, então lá foi moleza.

O Beco do Batman é uma verdadeira galeria de arte a céu aberto – e gratuita – uma viela de 170 metros com bares, lojas e muito grafitti para admirar nos muros, postes e até lixeiras. Vá com tempo, separe 2 a 3 horas pra isso, porque tem as ruas ao redor também. Aprecie cada imagem, cada mensagem, você vai querer tirar muitas fotos. As artes começaram a ser produzidas na década de 80 quando um desenho do Batman foi encontrado nas paredes do bairro, por isso o nome, e hoje ele não existe mais porque a arte é viva e os artistas estão sempre atualizando. Eduardo Kobra já deixou sua arte por lá também.

Explore além do Beco do Batman! Destaque para a escadaria do Patápio, que fica bem próximo dali (Rua Medeiros de Albuquerque, número 250), que tem uma linda obra do Kobra e ao lado da escadaria fica também a galeria Choque Cultural, um pouco antes do Armazém da Cidade. Seus degraus lembram muito a escadaria Selarón, aqui no Rio.

Outro ponto muito fotografado e que ficou bem famoso no Instagram, é o Anjo da Vila. Fica pertinho do Beco do Batman, na Rua Harmonia – número 150, na loja Kotton Futon. É bem legal porque tem um espelho do outro lado, na porta da loja – que é de correr e descobrimos sem querer – que você pode se ver e se encaixar bem no meio das asas do anjo. Essa rua é fantástica, repleta de restaurantes e bares bacanudos, bem boêmio e cheio de gente bonita e descolada. De fato, esse é o bairro que eu escolheria para morar se voltasse a morar em Sampa…

Terminamos o dia no Bar do Beco e depois na casa do nosso amigo e fotógrafo fera Jeff Porto ao som de muita música boa com Fabrício Ramos, o cantor famoso da turma. Rolou live e tudo 🙂

DAY 3

Finalizamos nosso roteiro de um fim de semana em São Paulo com um programa pra quem ama gastronomia, visitando o Eataly! Estava doida para ir lá, sem dúvida nenhuma um verdadeiro playground para os amantes da culinária italiana e afins. Fica num bairro que é puro glamour e que eu também adoro, a Vila Olímpia ou Vila Nova Conceição (os dois estão ali) – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1489. Dá para chegar lá de ônibus, metrô + trem (descer na estação Vila Olímpia da CPTM, linha 9 esmeralda), mas fomos de uber porque estávamos pela zona sul já, mais perto dali. É só colocar o endereço no Google Maps e seguir a melhor rota.

O Eataly é um mercado gastronômico enorme, que nasceu em 2007, em Turim, na Itália. Hoje conta com dezenas de lojas em oito países. Só na Itália são 16 lojas, nos EUA são duas, tem também na Alemanha, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Japão e Coréia do Sul. No Brasil, a rede chegou em 2016 com a sua primeira loja em São Paulo e desde ano passado ouve-se rumores de que logo será aberta uma loja no Rio. Eu estou esperando por isso ansiosamente! São 4.500 m² de pura diversão, com 13 pontos de alimentação e um mercado com mais de 7.000 produtos italianos ou de produtores locais, que seguem as receitas tradicionais. A loja tem ainda um espaço dedicado a workshops e eventos, você pode aprender várias receitas maravilhosas de chefs renomados e importantes na gastronomia, botar a mão na massa mesmo.

Você encontra tudo o que há de melhor em temperos, massas, pães, molhos, orgânicos, carnes, peixes, chocolates e até utensílios para cozinha, mimos para presentear os amantes sobre o assunto e livros de gastronomia do mundo inteiro. Os preços são salgados em sua maioria, mas vale uma pesquisa, dependendo do que quer comprar. Eu apenas queria levar tudo dali… e olha só o que encontrei nas prateleiras: bixcoito O GLOBO e Brownie do Luis, muito a cara do Rio!

São oito restaurantes diferentes por lá, cada um com sua especialidade, e os espaços são separados apenas por uma corda, então fica como um grande galpão aberto, todos podem ver o que se passa ao lado. É uma delícia o ambiente! Escolhemos o restaurante Rosso Pomodoro para jantar, os cardápios são enxutos, o que facilita na hora da escolha do prato. Achei os preços justos para o padrão do lugar e de SP, voltei com a certeza de que o Rio de Janeiro é realmente uma cidade bem cara, os preços de alguns restaurantes aqui são muito caros se compararmos a qualidade e variedade dos de SP, é inevitável.

De sobremesa tem opções deliciosas, você pode escolher na confeitaria, na cafeteria, gelateria ou no quiosque da Nutella onde dá para provar várias combinações em que a estrela é ela, claro. E a vitrine linda da confeitaria? É de babar… com clássicos italianos que eu amo, como o tiramissú e a panacotta. Olha, eu vou precisar fazer um post só para o Eataly, vai ser numa outra visita, porque o lugar merece.

Finalizo por aqui esse primeiro roteiro, espero que tenham gostado! Sugestões e comentários são sempre bem-vindos. Agora é esperar a próxima viagem à minha terra para sair mais um roteirinho.

 

Beijos da Thata

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